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sexta-feira, 30 de abril de 2010

Lady Gaga – Bad Romance

Com uma ascensão meteórica Lady Gaga é na atualidade a personalidade da música pop que mais encontra-se em evidência. Ela tem um inegável talento, cantando bem na maioria das músicas e sendo esperta o bastante para se rodear dos melhores produtores e músicos que tem à disposição.

Porém o que percebo é que ela quer tudo muito rápido, e a pressa nesse caso pode ser um grande problema. A maior ídolo pop de todos os tempos, Madonna, demorou mais de 20 anos para conseguir juntar em seu currículo uma ficha corrida de feitos musicais e não-musicais: canções estouradas, casamentos fracassados, mais canções estouradas, polêmica sexual, choque pelo visual, briga com a imprensa, apresentações impactantes, mais hits estourados...

Não pretendo polemizar dizendo que Lady Gaga é ou não é uma boa cantora. Sou da opinião de que gosto musical não se discute, assim como religião e time de futebol. Meu único senão é quanto aos clipes que acho meio sem graça, nesse caso prefiro o Bad Romance desse post. Um dos melhores da atualidade.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Mega eventos esportivos: qual o legado educacional?

Acabo de receber a revista do Confef (Conselho Federal de Educação Física), que na reportagem de capa trás a opinião dos representantes quanto ao legado esportivo dos mega eventos que o Brasil sediará nos próximos anos: Jogos Mundiais Militares – 2011; Copa das Confederações – 2013; Copa do Mundo de Futebol – 2014; Jogos Olímpicos e Para Olímpicos – 2016.

Todos eles sem exceção são enfáticos ao afirmar que tais eventos possibilitarão um desenvolvimento econômico e social do país. Segundo eles, o legado deixado para a população com a realização desses eventos vale todo o alto investimento que é feito. Afirmam também que isso possibilitará uma maior procura dos jovens pelos esportes, porém não dizem como isso será realizado.

No momento as atenções estão voltadas para a melhoria da estrutura física das cidades e das praças esportivas. Não há como dissociar a educação nesse processo. Como seremos uma potência olímpica se não temos projetos políticos socioeducacionais? Que legado educacional é esse? Como vamos usufruir desses espaços esportivos após a realização dos jogos? Qual o real objetivo desses Jogos? Essas perguntas nenhum dos entrevistados souberam responder.

É preciso deixar claro que não sou contra esses eventos, afinal como professor de Educação Física é um sonho presenciar tais eventos no Brasil. Não tenho dúvida que a grande maioria de nós faz a sua parte, associando o esporte à educação para tentar produzir resultados consistentes para o desenvolvimento dos jovens e consequentemente do país. Porém reitero que são necessárias políticas públicas educacionais consistentes que possibilitem a elaboração e execução de projetos que permitam democratizar o acesso aos esportes.

Seria uma utopia? Após 2016 escrevo outro post a respeito.

domingo, 25 de abril de 2010

Má Educação

Assim como filmes, há diretores que agradam ou não os amantes do cinema. Pedro Almodóvar é um desses. Na minha modéstia opinião ele é um mestre e suas produções são a prova da sua capacidade de nos surpreender. Isso ocorre em “Má Educação”, lançado em 2004, uma obra prima do cinema nesse novo século.

Quando criança, Ignácio (Gael Garcia Bernal) estudou em um colégio interno católico. Lá ele sofreu abusos sexuais por parte de seu professor de Literatura, o padre Manolo (Daniel Giménez Cacho), que marcaram sua vida para sempre. Ignácio se apaixona por um colega do colégio, Enrique (Fele Martínez), que termina sendo expulso. Vinte anos mais tarde, os três personagens se reencontram trazendo a tona todo um passado de amor, abuso e sofrimento.

“Má Educação” não deixa de cutucar feridas abertas em nossa sociedade que envolve pedofilia na Igreja Católica e o homossexualismo. No filme, fantasia e realidade misturam-se de tal forma que ficamos tão perdidos quanto o personagem principal em sua teia de segredos, porém isso não impede a compreensão da história.

As tórridas cenas de homossexualismo que a princípio pode parecer desnecessárias, encaixam-se muito bem no roteiro, o que para os preconceituosos, conservadores e puritanos não passaria de mera apelação.

“Má Educação” é uma aula de cinema. Um filme magnífico, com roteiro brilhante, muito bem estruturado e com atuação impecável dos atores, inclusive os que têm participações menores. A atuação de Gael Garcia Bernal é espetacular, principalmente quando vivencia o travesti Zahara. Simplesmente imperdível!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Eu sou a lenda

Um terrível vírus incurável, criado pelo homem, dizimou a população de Nova York. Robert Neville (Will Smith) é um cientista brilhante que, sem saber como, tornou-se imune ao vírus. Há três anos ele percorre a cidade enviando mensagens de rádio, na esperança de encontrar algum sobrevivente. Robert é sempre acompanhado por vítimas mutantes do vírus, que aguardam o momento certo para atacá-lo. Paralelamente ele realiza testes com seu próprio sangue, buscando encontrar um meio de reverter os efeitos do vírus.

“Eu Sou a Lenda” é o tipo de filme que costuma fazer sucesso ao misturar o carisma de um ator do porte de Will Smith a caprichados efeitos especiais e um enredo apocalíptico.

O que mais impressiona são esses efeitos e a grandiosidade da produção. O filme transforma Nova York num amontoado de cimento, vidro e plantas, totalmente abandonados. A reprodução e destruição da cidade são feitas de uma forma brilhante, assim como a criação dos animais e das assustadoras criaturas que passam a habitar Manhattan.

A ênfase dramática na solidão de Neville guiando a história funcionou muito bem. O fato de os 'monstros' do filme não serem nem zumbis nem vampiros também me agradou bastante, assim não temos galãs com balas de prata e estacas ou musas de mini-saia caçando zumbis.

Destaco no filme a amizade entre Neville e seu animal de estimação, além da ausência de luz e som em alguns momentos para criar um clima claustrofóbico que remete a solidão sentida pelo personagem.

É um filme típico americano, o que não é ruim. Quem gosta de uma boa ficção científica certamente vai ficar vidrado o tempo todo, agora se você não é fã do gênero vale à pena conferir a participação da brasileira Alice Braga, que apesar de pequena é de fundamental importância para o desfecho da trama.

terça-feira, 20 de abril de 2010

A saga por um atendimento médico


8:00 – Tentativas de marcação de consulta em três clínicas da cidade (Vespasiano).

8:10 – Clínica 1: Sem clínico geral

8:14 – Clínica 2: Clínico geral de férias

8:20 – Clínica 3: Clínico geral atendendo a partir das 12:00 h por ordem de chegada

11:45 – Chegando à clínica: 27 pessoas aguardando na minha frente.

11:46 – Desistindo e indo para Belo Horizonte

12:35 – Entrando no Hospital Lifecenter BH – Referência no atendimento na capital mineira.

12: 40 – Passando pela triagem com a enfermeira

15:55 – Preenchendo a ficha com a recepcionista.

16:20 – Sendo atendido pela médica.

16: 30 – Voltando para casa.

Após toda essa saga, faço algumas considerações:

- Tenho um plano de saúde (UNIMED) que na prática não me proporciona um atendimento condizente com os valores cobrados para ser um associado. 

- A demora no atendimento não é um privilégio dos pacientes do SUS.

- A morosidade de quem trabalha na área de saúde. As recepcionistas são de uma “delicadeza” e de um “humor” que faria o mais paciente dos pacientes (me perdoem a redundância) sofrer um ataque cardíaco se a enfermidade fosse essa.

- Que médicos as Universidades/Faculdades estão formando? Provavelmente eles devem ser mutantes, parceiros do Volverine, afinal a médica que me atendeu, diagnosticou como sinustise sem ao menos solicitar um raio x dos seios peri nasais (os seios que existem em volta do nariz). Alias, ela sequer me tocou, provavelmente a sua mutação é a visão de raio x.

- É impressionante como somos mal tratados por pessoas que em tese teriam que cuidar da nossa saúde.

- Infelizmente isso é Brasil!

domingo, 18 de abril de 2010

Pedofilia na Igreja Católica

Hoje o site UOL divulgou uma notícia sobre o encontro do papa Bento XVI com oito vítimas de padres pedófilos em Malta, um pequeno país da Europa. Segundo a reportagem o papa dizia estar comovido com as histórias que ouviu e expressou sua vergonha e pesar pelo que as vítimas e suas famílias sofreram.

A onda de pedofilia entre os padres da Igreja Católica vem ocupando amplo espaço na mídia nacional e internacional, visto que os casos são cada vem mais frequentes.

Evidente que existem pedófilos em todos os setores da sociedade, mas o que me intriga é a forma diferenciada que são tratados os casos que ocorrem na Igreja Católica. Se qualquer um molestar ou violentar um menor de idade, a cadeia é certa, mas para os religiosos esta filosofia não conta. São transferidos, escondidos e talvez colocados de novo em contato com crianças.

A discussão não é tentar encontrar os motivos pelos quais os padres cometem esses abusos e sim julgá-los. Não pela “Lei Divina” e sim pela “Lei dos Homens”.

Nesse sentido o Vaticano com suas leis canônicas ainda age como se estivéssemos em plena Idade Média, ou seja, se acham no direito de interferir e influenciar nas decisões políticas e moral da sociedade, julgando-se entrar entre o bem e o mal.

Uma Instituição que acoberta seus representantes de crimes como esse e que ainda tenha a audácia de se dizer contra o uso do preservativo, utilizando-se da palavra de Deus para isso, é no mínico incoerente com o que prega.

Só para deixar claro que sou católico, mas nem por isso concordo com várias das atitudes dessa Igreja retrógrada.

sábado, 17 de abril de 2010

E se fosse verdade

David Abbott (Mark Ruffalo) alugou recentemente um belo apartamento em San Francisco. A última coisa que ele gostaria era dividi-lo com alguém, mas logo surge uma jovem bonita e controladora, chamada Elizabeth (Reese Whiterspoon), que insiste que o apartamento é seu. David imagina que houve um grande mal entendido, até Elizabeth simplesmente desaparece. Ele muda a fechadura de casa mas isto não impede que Elizabeth ressurja, sempre aparecendo e sumindo como se fosse em um passe de mágica. David fica então convencido de que Elizabeth é um fantasma e passa a tentar ajudá-la a passar para o "outro lado" do pós-vida. Só que ela está convencida de que também está viva e se recusa a fazer qualquer travessia.

“E se fosse verdade” possui todos os elementos naturais que toda comédia romântica bacana deve ter: um par romântico simpático, uma boa história trágico-cômica, coadjuvantes que nos fazem rir e uma trilha sonora para embalar a produção. Porém no decorrer do filme fica a impressão de estarmos assistindo a continuação “fraquinha” de "Ghost – O outro lado da vida”.

A grande virtude do filme é não ser transformado em uma comédia do tipo “pastelona” como tantas outras, porém peca por um roteiro fraco. A grata surpresa é a atuação de Ruffalo que carrega o filme nas costas. Sua personagem ostenta uma carga dramática pesada (esposa que morreu, recomeço em outro lugar) e não faz feio.

Infelizmente o final do filme é de fazer chorar (de raiva), justamente porque desanda para o lado chichê das comédias românticas, onde todas as forças do universo conspiram para fazer com que o casal principal fique junto. Nada contra finais felizes, mas não custava ser um pouco mais sutil.

Com uma trilha sonora interessante “E se fosse verdade” é um filme que na Sessão da Tarde faria um enorme sucesso.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Atividade física no inverno: você pode e deve

É outono, lá vem o inverno, e com ele o frio. As academias que estavam cheias desde janeiro, preparam-se para passar uma fase de baixa procura, com um público seleto. Um público que gosta da prática e que não se importa com a baixa temperatura.

O inverno é uma estação que requer mais do metabolismo, com o gasto de energia maior, este trabalha mais para produzir calor. Aliado a atividade física, isso pode proporcionar uma sensação maior de prazer para quem não deixa as atividades nesse período.

Praticar atividade física nessa época do ano não faz mal. Os benefícios são praticamente os mesmos das épocas quentes do ano: redução ou manutenção do peso corporal, melhora da captação do oxigênio pelas células, prevenção da osteoporose, auxilio no tratamento da hipertensão, aumento da força muscular, entre outros.

É importante ficar atento porque no inverno existe a probabilidade de maior contração muscular, muitas vezes involuntária, causada pelo frio. A incidência de vasoconstrição também pode aumentar devido ao frio ou pela contração muscular ocasionando câimbras ou contraturas, dores musculares e alterações na pressão arterial. Também existe a possibilidade de ressecamento das vias respiratórias, e, para isso, é recomendável uma boa hidratação. No frio, perdemos tanto liquido quanto no calor, pois apesar de termos menos sudorese, tendemos a urinar em maiores volumes.

Porém nada disso é um impedimento para iniciar uma atividade física nesse período do ano. Procure um professor de Educação Física e tire suas dúvidas com o mesmo. Lembrando que este profissional não é mágico, ou seja, resultados são obtidos através de treinos regulares e podem variar de acordo com o metabolismo de cada indivíduo. Portanto, agasalhe-se e vá malhar!

Este post foi publicado originalmente por Pedro Cláudio Bortz no website da Amil

domingo, 11 de abril de 2010

Mamma Mia

Já assistiu um musical? Se a resposta for negativa vá à locadora e procure nas prateleiras o DVD “Mamma Mia”. Uma ótima oportunidade de conhecer esse gênero e se divertir em frente a TV.

1999, na ilha grega de Kalokairi, Sophie (Amanda Seyfried) está prestes a se casar e, sem saber quem é seu pai, envia convites para Sam Carmichael (Pierce Brosnan), Harry Bright (Colin Firth) e Bill Anderson (Stellan Skarsgard). Eles vêm de diferentes partes do mundo dispostos a reencontrar a mulher de suas vidas: Donna (Meryl Streep), mãe de Sophie. Ao chegarem Donna é surpreendida, tendo que inventar desculpas para não revelar que é o pai de sua filha.

Por ser um musical, provavelmente o filme não irá agradar a todos, afinal as personagens vivem dançando, cantando, felizes e sorrindo. Porém a magia do filme está naquilo que todo bom musical deve ter: uma música cativante, que envolve o espectador. A história é quase toda contada através das músicas do grupo pop ABBA. Tem “Dancin’ queen”, “The winner takes it all” e outras tantas que bateram ponto nas paradas de sucesso de meados dos anos 70 até o início dos 80. Os números musicais de “Mamma Mia!” são acompanhados por coreografias detalhadas e bem elaboradas que enchem o cenário de energia e movimento.

Meryl Streep como sempre dá um show, mas é Julie Walters (Rosie) que rouba a cena em vários momentos da trama.

Com um belíssimo visual o filme não é uma obra-prima, mas definitivamente vai deixar todo mundo risonho e cantando as músicas quando o filme acabar.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Enchente no Rio sede das Olimpíadas de 2016

Vendo o noticiário da chuva que arrasou o Estado do Rio de Janeiro em especial a capital Fluminense, fico me perguntando quais as providências que os Governos (Federal, Estadual e Municipal) tomarão para que algo desse tipo não ocorra durante os eventos esportivos de 2014 (Copa do Mundo) e 2016 (Jogos Olímpicos).

Passada a euforia com a possibilidade da realização desses grandes eventos esportivos no Brasil, a cada dia fica mais evidente que ainda temos muito que melhorar no que se refere à estrutura básica das nossas cidades.

Como professor de Educação Física seria favorável a realização dos Jogos Olímpicos se tivéssemos políticas públicas voltadas para a inserção do esporte nas mais diversas classes sociais a fim de utilizarmos o mesmo como instrumento de educação e como conseqüência a descoberta de jovens talentos para nos representar nos jogos aqui no Brasil. Atualmente vejo isso como utopia.

Voltando ao assunto da estrutura das cidades, alguns podem argumentar dizendo que isso foi uma obra da natureza, ou seja, São Pedro resolveu abrir comportas no céu e esqueceu-se de fechar. Poderia acontecer em qualquer lugar, até mesmo em cidades que já sediaram esses eventos, o que de fato já aconteceu. O que percebo de diferente são as políticas públicas nesses países e a transparência dos projetos com o intuito de melhorar a realização dos Jogos.

A imagem de uma cidade inteira inundada é algo assustador. Praticamente todos os bairros do Rio de Janeiro ficaram submersos. A equipe de vôlei da Unilever não conseguiu sair do Maracanãzinho após o treino devido o alagamento ao redor do estádio. Imagine isso sendo mostrado ao mundo só que com a equipe dos Estados Unidos, China, Espanha, Itália...

Sendo fã do esporte seria um privilégio poder assistir jogos memoráveis em Terra Tupiniquins, porém acredito que se o investimento que será feito para a realização dos jogos no Brasil fossem investidos na melhoria do transporte público, de moradia, de educação, saúde, saneamento básico, rodovias, iríamos promover os mais belos jogos sociais do mundo.

O fato é que o problema não é de São Pedro e sim de nomes bem mais conhecidos de nós brasileiros: Lula, Fernando, Cabral, Serra, Aécio, Eduardo, Kassab, Yeda, Roseane e tantos outros que se dizem representantes desse povo tão sofrido.

Agora é aguardar e esperar que não sejamos motivo de crítica para o mundo, afinal dizem que Deus é brasileiro e ele não irá nos abandonar!

domingo, 4 de abril de 2010

Elizabeth

Existem filmes que não podem ser explicados e/ou descritos, tem que ser visto. “Elizabeth” (1998) entra nesta categoria.

Inglaterra, 1554. Sob o reinado da rainha católica Mary I (Kathy Burke), o país ficou arruinado e devastado pelas lutas religiosas para impor o catolicismo. Contra sua vontade, Elizabeth (Cate Blanchett), sua meia-irmã que ela tentara condenar por traição, assume o trono após a sua morte. Elizabeth herda um país falido, sem exército e com inimigos por todos os lados, até mesmo na sua própria corte , forçando-a a calcular cada passo para permanecer no poder. Ela restabelece o protestantismo e o Papa a excomunga, o que abre as portara para a inimizade da França e da Espanha. Inicialmente ela comete erros graves, mas gradativamente vai se firmando e, sempre aconselhada por Sir Francis Walsingham (Geoffrey Rush), o chefe do serviço de espionagem, ela planeja matar todos os seus inimigos para consolidar seu poderio.

Este filme é a primeira parte da fantástica história desta grande rainha. Vivendo em uma época de horrores, conseguiu agir de forma sábia e soberana ainda que não tenha perdido a capacidade de perdoar.

A atuação de Cate Blanchett é irrepreensível. Ela inicialmente está frágil e insegura, mas no transcorrer da trama a personagem vai criando força dramática, chegando ao seu ápice nas cenas finais.

É impressionante a beleza da fotografia e a caracterização das personagens, principalmente em relação ao figurino e à maquiagem (vencedor do Oscar de 1999 nesta categoria).

Outro destaque é o roteiro do filme, o espectador não sabe de que lado estão os envolvidos, incluindo até os coadjuvantes menos participativos, até o final do filme, sendo criada uma teia que só fica clara com a atenção do público aos mais pequenos detalhes - como gestos e trocas de olhares.

“Elizabeth” é grandioso, elegante, delicado e sutil. Um filme como esse a gente nunca esquece. Imperdível!