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domingo, 26 de setembro de 2010

O Invisível

Nick Powell (Justin Chatwin) tem um futuro brilhante até ser brutalmente atacado, abandonado e dado como morto. Ele agora se encontra no limbo, um local intermediário entre os mundos dos vivos e dos mortos. Completamente invisível para os vivos, Nick precisa descobrir o que aconteceu com ele e o motivo pelo qual foi atacado.

“O Invisível”, ao contrário do que pode se pensar ao ler a sinopse, não é assustador, não tem momentos de medo ou terror. Uma mistura de “Ghost” com “E se fosse verdade”, numa história nada original.

O filme demora pra começar e quando começa demora pra terminar, há momentos que dá vontade adiantar e ver logo o final. E por falar em final, ele é confuso e impossível de compreender a motivação da vilã/mocinha para querer tanto encontrar o meio-morto-vivo na cena final.

A caminhada dos personagens mostra que a morte é a pior solução possível para seus problemas, esteja você buscando o suicídio ou a morte de terceiros. E na medida em que Nick visita seus conhecidos sem que eles saibam que ele está presente, fica claro que, entre quatro paredes as pessoas são bem diferentes do que em público, um diagnóstico da hipocrisia latente do ser humano.

A trilha sonora merece um destaque especial. Uma bela escolha dos produtores que inclui bandas como “30 seconds to mars” e “Sparta”. Não deixe de ver os clipes no bônus do DVD.

Um bom filme para um domingo com chuva.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

O Lenhador

Depois de 12 anos preso por pedofilia, Walter (Kevin Bacon), é solto em liberdade condicional. Com um emprego novo e uma namorada (Kyra Sedgwick), ele tem a chance de recomeçar sua vida, o que não é suficiente para que os fantasmas do seu passado desapareçam. Morando em frente a uma escola, Walter vive um grande conflito entre seus piores desejos e conseguir levar uma vida normal.

“O Lenhador” apresenta uma realidade da pedofilia como crime e da pedofilia como cotidiano na sociedade. O tema é forte, rico e poderia ter sido mais bem explorado. O filme não toma uma posição clara sobre o assunto, cabendo a quem assiste julgar os atos de Walter.

Por se tratar de um crime deplorável é difícil não condenar o protagonista, mas com uma atuação excepcional de Kevin Bacon (sempre frio, melancólico e atormentado pelo seu passado), o espectador torce para que o mesmo não caia na tentação e volte a cometer o crime.

A direção acertou em cheio ao mostrar que os pedófilos podem estar em qualquer lugar, até mesmo no seio familiar. Porém o filme peca pela lentidão, nem mesmo as cenas mais ativas conseguem empolgar quem assiste. O final também deixa a desejar. Quando termina você fica com a sensação de que faltou algo, um desfecho vago para um roteiro que teria tudo para ter um “grand finale”.

“O Lenhador” não vai mudar a opinião de quem assiste acerca dos pedófilos, mas é interessante para se avaliar se existe ou não cura para esses criminosos. Vale a pena conferir.


quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Personal Trainer: Vale a pena contratar um

Muitas pessoas não conseguem se adaptar a rotina de uma academia de musculação, por motivos diversos. Nesse caso,  a contratação de um personal trainer pode ser a opção para aqueles que não gostam de malhar.

Antes de contratá-lo é preciso observar se o professor de Educação Física está devidamente registrado no Conselho Regional de Educação Física (CREF).

Há algum tempo a sociedade considerava esse profissional um artigo de luxo, alguém que proporcionava status para quem o contratava, mas ao contrário do que se divulga esse profissional não é tão caro quanto se pensa.

Os principais diferenciais na contratação do personal são:

- Treino individualizado.
- Horários compatíveis com a disponibilidade e rotina diária do aluno.
- Correção dos exercícios com maior atenção.
- Maior motivação causada pela presença do personal para os dias de indisposição e falta de vontade para exercitar-se.
 
 
Portanto anime-se!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Educação: algo cada vez mais raro

Esse final de semana assisti a peça “Amar é uma comédia” protagonizada por Naila Brizard (um transformista de Belo Horizonte) e Pedro Seixas, ambos participantes de um programa na rádio 98 FM.

A história se passa dentro de um barco na praia de Porto Seguro, onde os personagens discutem a relação conjugal prestes a acabar. A peça não apresenta nada de novo, é uma comédia do tipo pastelão onde o intuito é fazer as pessoas rirem. De positivo, destaco o texto que contém apenas um palavrão (algo raro em peças do gênero) e a atuação de Naila, que carrega a peça nas costas, já que seu parceiro é fraco.

Mas o que me incomodou foi o fato de alguns espectadores conversarem durante o espetáculo. Rir é natural, comentar, tentar puxar papo com os atores durante a peça é algo completamente inadmissível. Infelizmente um mau hábito corriqueiro em cinemas e teatros brasileiros. Em determinado momento foi necessário a intervenção dos atores solicitando que a pessoa em questão calasse a boca. Ao final, durante os agradecimentos Naila e Pedro trataram com humor a situação, sugerindo que a mulher jamais tivesse ido ao teatro.


A falta de educação e respeito com o espaço do outro é algo cada vez mais alarmante. Infelizmente as pessoas não sabem como se comportar em espaços culturais e acham isso normal. Normal como furar filas, jogar lixo no chão, dirigir embriagado. Enquanto isso a gente vai vivendo.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Novidades no amor

Após um divórcio agitado, Sandy (Catherine Zeta-Jones) uma bela quarentona com dois filhos, resolve recomeçar a vida em Nova York. Entre o novo trabalho, as crianças e a academia, Sandy não tem tempo para nada. Para não deixar os filhos sozinhos, ela contrata Aram (Justin Bartha) um rapaz de 24 anos que trabalha como garçom para ser o babá das crianças. Com o tempo, Aram se envolve cada vez mais com as crianças, sendo como um integrante da família.

A comédia-romântica “Novidades no amor” mantém todos os clichês indispensáveis ao gênero. Com um roteiro que não apresenta nada de novo, o filme acaba ficando sem graça.

Com tentativas de humor que simplesmente não funcionam, a maioria das cenas que poderiam arrancar boas risadas seguem a linha de comédias do tipo American Pie, algo que não combina com os atores e com a história.

Outro fato que impressiona é como as crianças do filme não agem como crianças e sequer falam como crianças. Toda vez que abrem a boca é para dar uma tirada espirituosa ou de baixo nível, apesar desses diálogos serem os melhores.

Para ser justo, o filme melhora na segunda metade, quando a obra encontra o seu foco e ameaça falar com sinceridade com o espectador. Nesse momento é possível se emocionar com a descoberta do personagem de Justin. Porém nos 15 minutos finais tudo acontece de forma tão abrupta apelando para um salto de tempo incompreensível tendo um desfecho pouco empolgante.

Quer um bom motivo para ver o filme? Catherine Zeta-Jones, que está exuberante na história.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Ainda pode exister fé nos políticos

ím época de eleição sempre temos a impressão de estarmos vendo na TV um verdadeiro programa de humor. Os mais diversos tipos de candidato tentando se eleger a cargos de deputado, senador, governador e presidente. Esse ano a lista vai de Tiririca à Mulher Melão, de integrantes do KLB ao jogador de futebol Vampeta, além de desconhecidos que sequer sabem falar na TV.

Mas ainda acredito que temos candidatos que lutam por uma política mais transparente, que se preocupam com os anseios da população. São poucos, mas tem. E uma dessas pessoas é Cidinha Campos, Deputada Estadual pelo Rio de Janeiro.

Conheço a ilustre deputada através do youtube por seus acalorados discursos na Assembléia do Rio, lutando contra a corrupção que existe naquela Instituição.

Não sou cabo eleitoral da mesma, mas são atitudes como as dela que ainda me fazem crer que existem políticos engajados em fazer do Brasil um país onde a corrupção seja apenas uma palavra do dicionário.

O vídeo tem 7 minutos, mas vale a pena “perder” alguns minutos do seu feriado assistindo. Comecei rindo, mas terminei com a sensação de vergonha. Pode ser importante para a decisão do seu voto nas eleições desse ano.

sábado, 4 de setembro de 2010

Sex and the city - O filme

“Sex and the city” é um filme para os fãs da série. Isso fica claro na abertura onde é possível ver um flashback dos seis anos do seriado. Quanto aqueles que não sabem da existência, certamente o filme irá parecer evasivo, às vezes sem sentido e até mesmo sem graça.

A adaptação contém todos os elementos da série: drama, humor, sapatos, roupas de grife, merchandising, nome de estilistas, nus masculinos e femininos e o roteiro girando em torno da relação Carrie-Mr. Big. O filme em alguns momentos é lento e pode cansar o espectador, afinal nas duas horas e vinte minutos (é longo), a impressão que se tem é de estar assistindo a pelo menos uns quatro ou cinco episódios, o que faltou foi um título para cada um. Qualquer pessoa com um olhar mais crítico consegue avaliar que cortes eram necessários e desejados.

Numa história onde o teor dramático sobressai, é Samantha, a mais fogosa, moderna e prática das amigas, que mesmo em crise com o seu parceiro, que proporciona os melhores momentos de comédia.

Para quem espera um olhar inovador sobre “Sex and the city”, esqueça. O filme é simplesmente uma continuação da série, o que não significa que seja ruim.

Para os amantes do seriado é mais uma chance de ver Carrie, Charlotte, Miranda e Samantha em ação.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Dia do Profissional de Educação Física


Parabéns a todos que como eu, escolheram a profissão que promove a formação de hábitos mais saudáveis através da atividade física e consequentemente a melhoria da qualidade de vida.